01 March 2014

Hello March!


Ano novo, vida nova? E que tal, mês novo, forças novas?!
Quem me conhece sabe que após o Natal, o meu coração vibra pela chegada do mês de Março (feitio à parte, adoro adoro adoro fazer anos!). E eis que o tempo voa, rápido rapidinho, e ele chega num suspiro.
Este ano é diferente, é tudo completamente diferente. A começar pelos meses que se avizinham complicados e desafiantes, decisivos digamos, continuando pela companhia a usufruir este ano e culminando num rol de planos e ideias sobre o que fazer com o Futuro.
Os pensamentos são muitos, milhares, atropelam-se e sufocam-se numa corrida inebriante de quem chega primeiro à meta e me comprova que é o melhor. As opções multiplicam-se e estreitam-se a cada 'abre e fechar de olhos'.
Sou uma pessoa diferente, quase oposta à que se 'lançou ao mundo' há quatro anos. Os gostos moldaram-se, alguns mais refinados, outros mais alargados. O pensamento mudou. A personalidade definiu-se, marcou-se (ainda mais!). Os sonhos, cresceram, sacrificaram-se alguma coisa, e agora proliferaram-se: algures entre o exagero e a loucura. Não gosto de me restringir, de facto, recuso-me. Mas divido-me, e muito, entre o aceitável e o cúmulo. Haverá alguma regra universal a aplicar? Alguma conduta, ou regra bem disciplinada e discriminada que ajude?
Hoje sinto-me confiante. Há momentos que sinto que posso abraçar o mundo, agarrá-lo pelas mãos, e nem sei se isso é bom ou mau. Há um medo, pequenino e frágil, que os outros costumam chamar de realidade (já ouviram falar?), e retrai-me, inibe-me e faz-me lembrar que nem tudo é como eu posso querer; hoje, amanhã e depois de amanhã a saltitar entre planos diferentes.
A culpa é do que e de quem me faz ambicionar mais e melhor. Querer 'voar mais alto'. Atinigir o limite do cume mais alto que me vai proporcionar a maior satisfação da vida. Eu sou por natureza assim, mas se ninguém mexer no meu barulhinho que costuma estar sossegado e adormecido, eu não o ouço. E deixo-o pairar sozinho num lugar que ninguém consegue ver de fora. Sou uma mulher de palavras, e de letras (muitas muitas muitas). E não há nada que tenha mais poder em mim do que uma simples e breve frase inspiradora:
Every day, a surgeon makes decisions that can go one of two ways... either very good or very, very, very bad. The problem is, the epically great decisions and the epically bad ones look exactly the same when you're making them.
Looking back, it's easy to see when a mistake has been made... To regret a choice that seemed like a decent idea at the time...
But if we used our best judgment and listened to our hearts, we're more likely to see that we chose wisely... And avoided the deepest, most painful regret of them all... The regret that comes from letting something amazing pass you by.
How do we know that: if a little bit more is it already too much?


 

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