21 February 2014


A ilicitude do tempo. Chego mesmo a tratar-te assim, não me leves de má fé, mas a maneira como me fazes correr os dias, saltar as horas, roubar os minutos, tira-me do sério. Sei que tens uma forma relativa dentro de cada um de nós, mas é isso que me faz questionar - onde deixaste a minha inocência em matéria de segundos?! De segundos sim, pois, lembro-me de haver outras eras que seguia o ponteiro, momento a momento, só para ver passar o primeiro minuto. Agora deixas-me fechar um olho, e mal o abro, só não me roubaste uma hora porque o meu despertador é muito chato e rigoroso nestes assuntos!


Se calhar tenho medo, não sei porquê, mas começo a crer que a vida é fugaz (literalmente), duma maneira tão rápida e assustadora que não a consigo acompanhar, e tenho medo, muito medo, de ficar para trás. Mais dia menos dia, e dou um passo em frente, é um abismo (sem percepção certa do fundo) que me espera. Dizes-me como o faço? Como traço um plano, um objectivo, de que modo lá chego? Não me dás nem tempo de pensar (de SONHAR).


A pressa está-me nos genes, a minha mãe que to diga, mas tu és o maior do teu campeonato, e eu, por muito bem treinada que esteja não te consigo acompanhar. Tenho de te pensar, de te calcular à risca, e um dia, quem sabe, não tarde demais, ainda nos cruzamos aí numa avenida e levo-te a tomar um café, vais perceber como sabe bem. Vais-me compreender e invejar. Mas continuaremos fiéis conhecidos, e quem sabe, amigos.

15 February 2014

14!


Só para dizer que estou FELIZ, FELIZ, FELICÍSSIMA! Rodeada das melhores pessoas no mundo, com o coração gigante e cheio. Estou completa, e amo!