25 March 2011

por isto


Acho sinceramente, que nenhum tempo do mundo nos apagaria alguma vez. Mesmo que as lembranças sejam 90% feitas do pensamento, sei que não há nenhum maior capaz de as levar. Todas as lágrimas que por vezes me escorrem, já escorreram, eu senti-as com o maior aperto no peito, porque nada nem ninguém algum dia provocou em mim o mesmo que tu. Tudo que havia para nos cruzar o caminho, de certa forma, acredito que já passou tudo. A despedida, o reencontro, o descobrir, o desejo, a saudade, a paixão, até a raiva. Agora, hoje, consegui lembrar como o passado foi aconchegante, como o passado antes da tempestade era bom, perfeito até diria! Ainda assim, mesmo quando não te queria largar a mão, quando não queria perder o toque, quando queria os teus lábios perto dos meus, eu não te sei dizer para não ires mais. Para ficares comigo. Não sei, e acho que não consigo.
As promessas para a nossa vida, não sei onde estão, onde ficaram. Que existiram, que foram sentidas e sinceras, que nos fizeram acreditar. Sim… E fomos felizes por elas, com elas, por nós os dois juntos. Por um amor que não tinha validade, que era da vida, como da morte. E sei que nunca deixámos de acreditar, de modos diferentes, em tempos trocados, mas algures, o teu sentimento por mim foi tão verdadeiro como o meu por ti. E isso, nunca esqueço.

Queres-lhe dar um nome?

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