01 December 2011




Já te esperava há semanas, e não via a hora de começares, para me sentir inundada pela melhor época do ano, para o espírito natalício me entrar pela porta e ficar para me dar muita força e aconchego para todo este mês. Adoro-te Dezembro e a contagem para o Natal já começa hoje! Nighty night *

20 November 2011




Não é bem de perceber o modo como ele se deixa em mim. Talvez porque eu não queira saber o puro significado, ou simplesmente, porque ele não quer explicar-se de todo. E andamos em volta de um sem fim de momentos que não sei como lhes chamar. Ou como te encarar a ti. Como uma paixão ou como um amigo. Como uma grande atracção ou uma possibilidade de futuro. Não sei. Encalhamos numa situação reconfortante, nem tanto por minha vontade - provavelmente - mas que parece que funciona. Simplesmente não sei até quando, ou como, vamos saber lidar com isto. Pelos silêncios, que se parecem sempre pelo mais certo, ou mais fácil. Sim, acho que o nosso problema chegou aí. Deixamos de preferir as escolhas difíceis às fáceis (ou então, depende do ponto de vista, há muitos dias que acho que estamos a fazer as mais difíceis e complicadas de todas, simplesmente porque vale a pena - ou tem valido até agora). Connosco nunca existiram complicações, e isso deu-nos fundamento para tudo, seja bom ou mau. Mas não sei, como é que ele me olha e encara tudo. Se ele pensa sequer durante uns cinco escassos minutos em metade do que eu por vezes passo horas. Isto tornou-se perigoso. E não só para nós. Sinceramente, acho que nós - propriamente dizendo - nem pensamos nas mínimas consequências do nosso brinca-brinca que parece sempre louco e fantástico. Não sei: até onde, como, quanto, afinal é que ele gosta de mim, ou me vê como amiga ou mais. Isto dá cabo de nós, pelos inúmeros segredos, pelos momentos a sós que não há exactamente memória de como acontecem, pelas partilhas de conversas que não se tem com mais ninguém. Percebes o mesmo que eu? Ah! E o "pior", que vem dos olhares de fora, dos comentários, que supostamente tudo vê aquilo que nem eu nem ele vemos. Pelos vistos, os únicos a não ver... Começo a ficar sem espaço para saber onde "deixar" e "arrumar" isto. Mas, tudo vem a seu tempo, suponho! E não sei que mais perceber, ou tentar perceber.


05 November 2011


Nem todas as histórias têm de ter um final feliz, ou começar com "era uma vez", ou ter príncipes encantados e princesas apaixonadas. Isto é a realidade com que encaramos numa certa fase da vida. Que nem tudo aquilo que ouvimos e ponderamos como a nossa melhor chance de futuro desde crianças se vai realmente tornar verdadeiro.
Mas, não quero com isto dizer, que não nos podemos apaixonar, encontrar alguém que idealizamos como o nosso Romeu e ter uma história digna de um conto de fadas. Simplesmente, a vida nunca nos vai dar um final verdadeiramente feliz... Acredite-se ou não, aceite-se ou não, ninguém é realmente feliz para sempre. Pelo menos nunca da forma que idealizamos "como é ser-se feliz".
Todos (ou quase todos) os planos que fazemos para o nosso futuro não passam disso - de planos, de sonhos, de ideologias - que nós criamos ao mais ínfimo pormenor mas que depois nunca encaixam perfeitamente na realidade. A vida corre por si só, não precisa das nossas escolhas para encontrar caminhos e tomar atalhos e mudar de direcção. Só por si só faz surgir infinitas coisas que nunca ninguém prevê, pessoas com quem nunca antes nos tínhamos cruzado - e todo o curso se muda! De forma quase irónica; afinal qual é controlo que temos sobre nós. Pouco, quase nenhum.
Mas sujeitamo-nos, porque somos assim, não gostamos de desistir do que quer que seja, seja para provar a nós próprios ou aos outros do que somos capazes. Deixamo-nos cair em profundas desilusões e tristezas porque achamos que tudo vale a pena, somos capazes de sacrificar grande parte de nós porque achamos que vamos ser melhores assim. Mas são tudo passos, cheios de erros, que no fim só vão servir para nos afirmar a pessoa que sempre soubemos ser mas nem sempre soubemos aceitar. No fim, no fim mesmo de tudo, vamos achar que tudo significou algo, que nos marcou para o nosso bem, mas se virmos bem, não deixávamos de ser tão completos sem muitas dessas coisas.
(...)

Seja pelo espírito ou pelo tempo, ou até pelo dia, há coisas que parecem melhores ou piores de uns dias para os outros. E há coisas que não podem ser ditas de outra forma, não podem ser bem explicadas porque nem em nós fazem bem sentido. Deixemo-nos ir, dia a dia. Oportunidade por oportunidade. Sorriso por sorriso.

17 October 2011

Guardo apenas uma memória hoje, não exactamente do que "faz um ano", mas como tudo aconteceu, dos sentimentos sentidos, das palavras ditas e arrependidas, dos hábitos estúpidos que já vão longe. Especialmente, da lição tirada. Do modo como se me cravou esta sensação em mim, e como passado um ano, em que se calhar já quase nada faz sentido de pensar, ou de pesar, eu não me esqueço da data, do dia da semana, da hora do dia, das palavras pesadas. Posso dizer que faz hoje um ano que tudo mudou. Mas é com um sorriso que o penso, mesmo que forçado e meio custoso para obrigar as lágrimas a ficarem no sítio. Nem tudo fica para sempre como gostávamos, mas é por todas as descidas que sabemos como nos preparar para as próximas subidas. E, afinal se eu consegui, quem não há-de conseguir?!
Este ano a memória criada e guardada é outra, mesmo que possa chamar de banal a hoje, vai ficar lembrado. E tenho bons motivos para conseguir adivinhar que daqui a um ano a vontade de sorrir vai ser maior, e porque se tudo mudou há um ano, nem tudo tem de ficar diferente sempre.
E mais uma vez, só posso dizer, quem não acredita é muito vazio. Posso dizer que já pensei, mais que uma vez, em deixar de o fazer, mas em algum ponto a nossa felicidade torna-se a premissa principal da nossa vida, e tudo que precisamos é fazer com que aconteça. Porque já desde sempre se dizia, "quem não arrisca não petisca".


Além disto, esta ausência tem sido causada por um profundo habituar do deitar cedo, e cedo erguer (literalmente). Mas felizmente posso afirmar que esta nova etapa começou muito bem, e que todos os dias me dá uma coragem reforçada de lutar por isto o melhor que sei, dar o máximo em tudo. Oficialmente eu e a UP estamos de pazes feitas :)

19 September 2011

Faz hoje um ano que o meu pink and white stories nasceu. Foi o ano mais longo, e mais rápido de que me consigo lembrar. Por um lado, deu para acontecer tudo o que não estava planeado (em todos as perspectivas convenhamos), e por outro, lembro-me exactamente de todos os pormenores que se vieram passando desde este "começo".
Mas o melhor de tudo, é poder olhar para atrás e ter certeza que foi tudo isso, de melhor e de pior, que me fez chegar aqui hoje. Deste modo, com esta vontade, com a coragem e esperança de abraçar um novo ano do qual não duvido que vai bater aos pontos o passado. Muita coisa ficou perdida no meio de tanta previsão, mas a perspectiva melhorou, bastante, e hoje ainda consigo sorrir tanto ou mais do que há exactamente um ano!
E digo, nem metade da história podia ter sido tão cor-de-rosa sem a presença de muita gente que "passou por aqui". Em especial, my lovely Kate*

E como não podia faltar, apesar de como eu disse - do muito que se foi perdendo - a memória não me falha, e hoje, em especial amanhã (dia 20), não me esqueço de como isso existiu, e existe. Como me fez viver, como me fez aprender, e como ainda hoje me faz uma pessoa tão apaixonada. O tempo passa, e três anos é muito tempo, mas nem tudo passa com o tempo, felizmente! Agradeço-te por seres sempre tanto na minha vida, e como ainda existimos juntos. E como tanta tanta coisa nos tornou melhores pessoas Hoje, em todos os sentidos que podemos pensar. Crescemos, e havemos de crescer mais, e seja lá onde for onde havemos de chegar, só fico feliz por saber que ainda o tornamos possível, como mais ninguém.



13 September 2011


Did you say it? "I love you. I don't ever want to live without you. You changed my life." Did you say it? Make a plan. Set a goal. Work toward it, but every now and then, look around. Drink it in 'cause this is it. It might all be gone tomorrow.

26 July 2011

btw



Vou de férias, FÉRIAS, F-É-R-I-A-S!!! :D




Temos de nos lembrar de nós, do que realmente nos importa para nos acharmos felizes. Posto isto, não podemos ter medo de arriscar, de pôr tudo que gostamos à frente do resto. Custe o que custar, doa o que doer, é preciso crer que há pessoas que valem por tudo, que merecem todas as nossas lágrimas. Que todos os maus momentos podem ser recuperados e compensados. As recaídas, os caminhos difíceis e "impossíveis" fazem todos parte do alcançar de algo maior e melhor, sério. Afinal, nunca ninguém disse que a vida era fácil. E as piores partes são sempre as que saberão melhor no futuro, todos sabemos disso.
Não há certezas de nada. Do quanto gostamos, de como gostamos, do que estamos dispostos a ultrapassar para provar isso. Mas é essa a graça disto tudo. Acreditar em algo, ter um motivo, um óptimo, para querer continuar em frente sem deixar nada perdido pela nossa passagem. Vai haver muitos, imensos momentos que vamos achar que desistir é a melhor opção, que afinal nem tudo vale a pena, que afinal não era nada como pensávamos, que nenhum de nós está correcto neste mundo. Mas, irónico ou não, vamo-nos rir no fim. Vamos saber que as dúvidas fazem parte. Que o medo ganha dimensões que na realidade não fazem sentido. E que tudo, mas tudo, tem o seu fim digno. Que o que vale mesmo a pena faz tão parte de nós como qualquer ponto fraco ou forte da nossa personalidade. E isso já quase nasce connosco, porque há um dia, um dia algures, que essa certeza surge, que o que sempre lá esteve disposto a surgir, surge. E fica. Fica por todo o tempo possível e imaginário, por todas as alturas que fugimos para trás mais do que corremos para a frente.
Mas isto é tudo assim, e nestas coisas não há modos diferentes, não há fins diferentes, é assim, e vai ser sempre assim.

23 July 2011

Não importa quantas vezes o mundo vai dar a volta. E com mundo quero cingir-me ao meu, à pequena percentagem de vida que existe em mim. Nunca vai importar as horas que passaram em que fui ou não feliz de mim mesma, no fim o que sempre vai ser de relevo, de notar, de dar importância, é o meu agora. O meu momento. Isso mais nada nem ninguém pode medir ou julgar. É um conhecimento próprio, o chamado auto-conhecimento que passamos toda a jornada a tentar alcançar. E não me conheço melhor ou pior por estar na partilha de alguém. E isso era uma lição que já devia ter tirado de todas as experiências, mas infelizmente ou não, por norma humana, tende-se demasiadas vezes a deixar o lado pensante, o racional, de fora quando vemos amor e corações em toda a parte (se me entendem).
Processando, resumindo e concluindo, a pior parte foi chegar à lucidez envolvida de sentimentalismo, ou como melhor me posso expressar, deixar-me gostar sem deixar de me pensar em primeiro, sem me separar da tão parte minha que, pessoalmente, se tornou a melhor companhia de vida (afinal se não gostar de mim, quem gostará?). Mas o problema astronómico, é superior a mim (a nós). A vida sem tempo, intemporal, mostra-me agora a pessoa que sou, mas só depois de passar por um processo muito envolvente que todos temos tendência de chamar amor. E por quanto mais tente eu ser eu, mais o meu ser se quer envolver em algo novo, que dê alento, um que eu (nós) nunca serei capaz de gerar sozinha. É uma fatalidade, chega ao cúmulo de não me deixar fazer sentido (pelo menos aos olhos de quem olha de fora). De não me deixar solucionar a questão maior de todas que me grita por dentro, que me vai gritar sempre, que nunca se vai calar. [...]


És. (E eu sou?)

12 July 2011


Nunca é fácil recomeçar a viver a nossa própria vida depois de um grande fim, de uma perda de um grande amor (chamemos-lhe assim).
Nos primeiros dias, o pior de tudo, é que se até aquele momento nunca tínhamos tempo para o que quer que fosse, a partir daí temos tempo a mais. E o pior é começar a preenchê-lo para não gerarmos demasiados momentos depressivos. E é aí que caímos na realidade que é com isto que temos de viver, sem a presença, o carinho e o abrigo que essa pessoa nos dava como mais ninguém.
Mas a parte mais dolorosa e traumática para nós surge a longo prazo, quando finalmente achamos ter encontrado alguém que possa ser da nossa medida. De facto, essa pessoa pode ser a certa, mais certa ainda do que a que já passou, mas não vai ser tarefa fácil descobrirmos isso. O medo da dor ensinou-nos nos tempos recentes que temos de andar sempre com cuidado, sem arriscar tudo para não poder perder tudo, e por muito que o coração diga que "sim, sim, sim", a nossa mente continua na fase de consciência, e acha o "talvez" sempre a partícula mais segura. E nós avançamos com tranquilidade, quase a passar despercebidos, para não marcar demasiado a presença. E até chegamos à fase que queremos voar, mas mais uma vez, algo nos lembra de que não temos asas. E permanecemos neste estado, meio melancólico e culpado, sem atitudes concretas, que nos deixa no limbo à espera da resposta ideal que "há-de aparecer" (esperamos nós, de um lado ou do outro).
É nisto que vivemos à custa dos lindos sentimentos que todos querem sentir. Não censuro ninguém, afinal que atire a primeira pedra quem nunca se sentiu assim, mas às vezes temos de saber estar sozinhos, e saber esperar pela pessoa correcta sem aflições, sem mágoas, porque um dia é o nosso e nós temos de saber vivê-lo (sem ajudas).

08 July 2011



E se não correr como eu gostaria, ao menos sei que consigo estar bem sozinha.

04 July 2011


Vou ser breve, afinal acho que já gastei demasiadas palavras contigo. Mais uma vez chegámos a um impasse, que eu nem sei ao certo como lhe chamar. Criámos demasiadas barreiras entre nós, e o pior de tudo, foi chegar aos encontros perigosos que começámos a ter. Devíamos ter ficado no limiar da segurança e do conforto que tínhamos alcançado. Algures entre as conversas casuais e alguns momentos de nostalgia, que, para mim, foram o melhor que conseguimos ter depois de meses separados e com tantos problemas sentimentalistas.
O facto é este, como um dia te disse, como todas as relações o sabem (ou deviam saber). Nunca voltaremos a ser os mesmos, iguais. Afinal tudo tem um fim, mais próximo ou distante, e nós só temos de aprender a aceitá-lo, e saber lidar com ele da forma mais saudável e pacífica, sem criar buracos demasiado profundos que por vezes se tornam irrecuperáveis.
Por isto, e pelo que aprendi neste longo tempo, tenho que te dizer que um dia vou. Mas vou mesmo. Sem olhar para trás, sem voltar atrás! E tu vais-me deixar ir, sem me tentar puxar e sem insistir para que fique. Porque é isto que as pessoas como nós fazem, vivem-se enquanto têm para se viver, de forma agradável, e no dia que tiver de ser, será. E aí, não há paixão nem vontade maior, maior que aquele respeito com que nos soubemos comprometer no dia que decidimos que íamos ser felizes. Pessoas melhores.
E é isso que nós temos de saber fazer, por nós mesmos. E assim deixo-te as palavras, as melhores que tenho para ti, porque no fim, ainda mereces o melhor de tudo.

27 June 2011


Há um dia que chega e percebemos tudo. As maiores dúvidas, os maiores medos, decrescem. Os maus momentos, as más memórias, as grandes mágoas do passado ultrapassam-se, e nós ficamos bem. As desilusões deixam de importar. E nós esquecemos como podemos, guardando o que nos importa e libertando o resto. Começamos por tomar as nossas opções, próprias, sorrimos e levamos a vida com mais calma, sabendo que amanhã vai ser sempre tempo para mais um pouco. Um dia somos realmente felizes, pelas poucas coisas que deixámos em nós dos tempos anteriores, e das muitas que criamos no nosso dia-a-dia, que brilha sempre o quanto o quisermos. É neste dia que devemos investir, para não deixar que nada (nem ninguém) alguma vez nos roube o que somos, nos dispa a alma da forma mais baixa, e nos deixe uma pessoa desfeita de sonhos e esperanças. Somos o melhor ao ser nós mesmos. E há um dia, algures na vida, que temos certeza da pessoa que somos e como queremos ser. E sabemos que há pelo menos uma pessoa do nosso lado que nos vai suportar todos esses momentos, dos mais irreflectidos aos mais pensados, que nos vai ouvir a rir e a chorar, e que vai ter sempre a palavra ou o silêncio no momento certo. É por essa que esperamos, que às vezes encontramos sem saber. Essa que torna perfeito o nosso significado, e nos lembra como somos Realmente!! :)

22 June 2011


Não é um começo de histórias de amor, ou pelo menos, não deve ser. Mas isto nem sempre é compreensível, nem fácil de decompor em pedaços mais simples e pequenos. Nem tudo acontece da mesma forma, felizmente. As pessoas mudam-se em cada relacionamento, aceitemos os factos. E depois há relacionamentos que funcionam do mesmo modo, do género "para sempre". E é algures aqui no meio que encontramos as nossas pessoas, os nossos relacionamentos, que nos identificamos mais para um lado ou para outro. E é se calhar numa destas fases de vida, que não sabemos bem o que fazer com eles, como os gerar, como os entender e nos conectarmos com eles, ou aliás, com um ele digamos.
Pelo meio acabamos sempre perdidos em questões maiores, se devemos ou não, se podemos ou não, ou mesmo até que ponto queremos ir.
Seria bem mais fácil continuar nisto, deixemo-nos ir.

28 May 2011


Nunca escolhemos por quem nos apaixonamos, porque isso faz parte da vida. Mas podemos escolher por quem não nos apaixonamos, ainda antes de conhecermos essa pessoa.
O amor é complicado. O amor não tem regras, e por vezes confundimos as relações com o amor, e tentamos regular o que só por si não tem regras. É por este motivo que a vida nos enche de relações frustradas, incompletas. As relações não são o amor. As relações são a tentativa da junção do amor com o compromisso. Mas as pessoas estão a toda a hora a confundi-las. A maioria delas considera as relações como o amor, mas o amor só por si não chega para sustentar uma relação completa.
Uma relação é, na maioria dos casos, um acto sem amor. É a junção de coisas básicas, diárias, de carinho e respeito, de compreensão e de confiança. A relação não cultiva o amor. O amor é que tem de cultivar a relação. Mas, mais uma vez, não é só o amor que constrói a relação.
Só descobrimos o amor uma vez, e única, na vida. E isso fica para sempre, quer queiramos ou não. Magoe, torture, desfaça. O amor é para sempre. Já as relações, e as pessoas, não são para sempre. Somos humanos, e erramos. Somos egoístas, orgulhosos, desejosos, inquietos, insuportáveis até. E o amor é tudo menos humano. Está muito além de tudo aquilo que algum dia podemos ser. Não compreendemos, porque somos seres incompreensíveis tantas tantas vezes.
E é na simples aceitação da vida, do destino se calhar, que chegamos à estabilidade. Quando nos deixamos levar pelo melhor de nós, com tudo que sentimos e pensamos, correctos, no sítio exacto, é que chegamos ao apogeu de tudo. Do amor, da relação, da pessoa certa, da atitude indicada, da reacção correcta, da palavra ideal, do funcionamento perfeito. É aqui que entramos em sincronia, onde o bom e o mau se equilibram de forma a ganhar sempre o importante e o imprescindível para nós.
É aqui que chegamos após muito tempo, depois de muitos caminhos mal calcados. Mas chegamos, e só isso por si, já compensa tudo o resto.

21 May 2011


Falando simplesmente, pondo as coisas de forma clara, a verdade é esta, aos 19 anos nunca sabemos correctamente quando estamos no lugar certo ou no errado, qual é o momento em que devemos ou não avançar. Quanto tempo mais devemos esperar. É difícil tomar todas estas decisões, é difícil saber quem devemos ser para quase todas as ocasiões. E mais difícil às vezes, é sabermos quem realmente somos, ou como somos. São mais as vezes em que achamos que estamos errados do que correctos. A fase de "que já sabemos tudo, já vivemos tudo" já passou, e passamos a apercebermo-nos que na realidade pouco, ou quase nada ainda sabemos.
Na maioria nesta idade, nesta era tão inovadora, ou já passámos pela separação dos pais, ou nunca vivemos com os dois em conjunto. A maioria de nós vê os pais a refazerem as suas vidas, depois de perderem o emprego, se calhar o nível de vida até baixa consideravelmente. Acabamos por estar na idade do final do secundário, do início da faculdade. É como a transição entre sermos crianças e começarmos a perceber a vida adulta. Já todos devemos ter passado pelos nossos part-times. E a parte da revolta atenua-se, mas o afastamento dos laços familiares, que quando somos pequenos criamos com tanta vontade, acaba por estar cada vez mais evidente no nosso dia-a-dia. Deixamos de saber como gerir o tempo muitas vezes, entre os estudos, os amigos, a família. E já sabemos quase todos qual é sempre a primeira opção, daquilo que de certa forma nos dá a identidade que temos nos dias de hoje.
A verdade é que aos 19 anos, já devemos ter todos fumado, bebido até cair para ao lado, tido relações sexuais com mais do que um parceiro, já discutimos por todas e quaisquer razões do mundo, já nos apeteceu desaparecer para longe de tudo e todos. Todos desejámos chegar a este patamar, alcançar a idade que nós consideramos vir com tudo do bom e do melhor, mas chegámos cá e nem sabemos como nos deparar com a maioria das coisas. Já passámos quase todos por um desgosto amoroso que dá cabo da nossa confiança para encontrar alguém que fique do nosso lado a sério, de verdade, que seja "o nosso porto de abrigo e esteja pronto para o que der e vier, para sempre". E tudo isto gera um abalo psicológico, que sinceramente, acho que não é normal em pessoas do nosso feitio viver assim.
E alguns, nem todos, a minoria (espero eu), chega aqui e não sabe ao certo qual o próximo degrau a subir, ou até se tem de voltar atrás. São milhões de dúvidas que nos atacam em vários momentos, que a maioria das vezes nos torna seres "viciados em insónias". E volto a dizer, não é normal, nem saudável, chegarmos aos 19 anos e sentirmo-nos como se tivéssemos vivido já dezenas de anos, e nada do que aprendemos, nada do que passámos, nos tenha ajudado em nada para agora continuar em frente. Estamos quase todos à procura do mesmo, dum propósito, da escolha certa que nos faça lutar sem olhar a meios para alcançar o que realmente nos vai fazer feliz no futuro, o que sempre achámos que estava tão distante e agora parece estar demasiado perto.
Precisamos de ajuda para isto, e cada um de nós ao seu modo, vai encontrando as ferramentas possíveis, nem que seja passar um ano presos a um curso que não queremos mesmo nada terminar, voltar a estudar matérias que achámos que já estavam mais que arrumadas com os exames que nos deram entrada a este "lugar de sonho", e esperar mais um ano para voltar a tentar. Para recomeçar.
No fundo, se não acreditarmos nós em nós mesmos, mais ninguém o pode fazer. Um dia havemos de lá chegar, e nem posso duvidar que vai ser maravilhoso!

28 April 2011


Se temos hipótese de escolher o que nos faz feliz, então escolhamos, sem rodeios. Nem sempre sabemos para onde queremos caminhar, onde queremos chegar para o tal significado de vida, que todos nós, ao seu modo, desejamos alcançar. Nunca sabemos se as escolhas são as certas ou erradas, nem mesmo depois de vermos os seus resultados. Todas as nossas acções nos vão levar a um lugar final, que só esse, poderá ser o verdadeiro avaliador de tudo. Tudo isso nos pede tempo, paciência e muita preserverança para sabermos quem somos. Muitas são as vezes que não sabemos o que poderá ser correcto, e mais vezes ainda, deixamo-nos ir pelas opiniões que nem são nossas. Sabemos que a vida não é tão engraçada, ou fácil, ou como lhe podemos chamar de variadas maneiras, se não é acompanhada. Mas o facto é este, poucos, ou quase nenhuns, são aqueles que nos acompanham desde o primeiro ao último instante da nossa história, a que normalmente dura muitos mais anos dos que nós nos conseguimos lembrar, e é nesse ponto que devíamos aprender a ser mais autónomos, talvez mais responsáveis. Que somos seres individuais, e que mais nada nem ninguém nos pode fazer felizes e realizados, como nós próprios só por nós mesmos podemos.
A razão é esta, vamos deixar de ter medo de ficar sozinhos, vamos seguir sempre em frente quando nos sentimos mal, nada nem ninguém depende de nós, como nós mesmos. E eu consigo mesmo acreditar que em nenhum momento ficamos sozinhos, mesmo que tomemos as nossas próprias decisões sempre pelo nosso melhor!

27 April 2011


Nem sempre é fácil decidir o que dizer, ou não, às pessoas mais próximas de nós. Escolher as palavras certas para os momentos mais delicados, em que muitas vezes a nossa opinião acaba por ser muito diferente daquilo que nós achamos a posição correcta do nosso papel, de amiga. Por vezes, muitas, temos de nos saber colocar por fora do sentimento que nós próprios nutrimos, e ver-nos à distância da razão por que nos estão a pedir o conselho. Nem sempre é fácil parar de misturar o coração com a razão, de nos ver como o que julgamos ser a nossa verdadeira posição na vida dessa pessoa, e deixar o resto, tudo que surge por acréscimo com o tempo e as relações e laços que vamos criando, para trás. Ninguém entende o que isto é, sem entrar em cena, e viver o mesmo. A vida não passa disto, de encontros e desencontros, que nós julgamos como improváveis, e que não nos coube na memória de jeito algum em mais nenhum cenário. Mas um dia, esse dia chega, a junção de coisas destas dá-se, e a última reacção, mais inesperada, surge. Até que chegamos ao dia em que acordamos, e já pensamos na próxima vez, porque queremos e até gostamos. E o mais difícil, é vermo-nos sem isso.

26 April 2011


Simplesmente é tudo que preciso por hoje!

25 April 2011


A mudança do tempo tem que se sentir por aqui, o pior deste mundo online é não conseguir mostrar exactamente como o sol e o vento sabem bem nos dias de "Verão". As férias acabam-se já hoje, por isso é começar o estudo, a vontade de acordar e deitar cedo, e contar os dias até às próximas férias.
E para resumir, as férias foram maravilhosas e deixaram-me renovada, mas sinceramente, acho que já não me sentia tão cansada assim depois de tanta boa vida!

14 April 2011



As férias finalmente chegaram! E como tal, sábado é dia de juntar as malas, rumo à estação e viajar para onde o sol e o céu estão mais perto de nós... Mal posso parar de contar os minutos, umas óptimas férias Mundo *

09 April 2011


Às vezes é preciso uma pausa, umas mini-férias no meio do quotidiano, do trabalho que parece não ter fim e demora uma eternidade para entrar no devido termo FÉRIAS! Este tempo tem dado cabo de mim, não só pela grande vontade que tenho em todos os dias vestir a roupa mais fresca possível e deixar tudo para trás rumo à diversão, mas pelas infernais dores de cabeça que me deixam exausta todas as noites. Ando um pouco desligada da vida, desta vida que costumo ter, mas é por bons motivos (espero eu), é por andar extremamente feliz e ocupada que ando longe, e isso é bom não é? E logo à noite, os anos da pirrs esperam-me, e eu só preciso de ganhar uma enorme vontade de me ir arranjar :)

04 April 2011

Hoje só quero deixar a coisa mais linda que me lembro de ouvir desde há uns tempos, fica aqui para todos pensarem e sonharem, porque é maravilhoso :)




Metade - Oswaldo Montenegro

31 March 2011


O dia de hoje (para mim ainda é quarta-feira) só termina agora. E já vai demasiado longo. Só por causa da maravilhosa aventura que vamos ter amanhã pelas 9h na faculdade, não é K?! Sinceramente acho que estou demasiado calma e feliz apesar de pensar no dia de amanhã, LOL!
Mas de outro modo, acho que tudo se está a encaminhar, o bicho de sete cabeças já não passa de uma simples migalha que daqui a nada já passa.

E, pondo as coisas noutro campo, sinto-me feliz como já tinha saudades, a valer! Uma maravilhosa noite a todos, e espero que o sono me acompanhe até chegar à cama.

29 March 2011


O que houve entre nós, que parece ter acabado há anos, e durado uma eternidade, não sei para onde foi. Não sei como ficaram os sentimentos para o dia de hoje, onde ficou guardado a maioria deles. Mas pondo as coisas como são, sei que uma grande, gigante, parte de mim, ficou para ti. Ou pelo menos, ficou perdida por aí. Nunca mais fui a mesma nesse campo de batalha, nunca mais consegui encarar o futuro como o melhor dos lugares para se partilhar a vida. Simplificando, nunca mais soube gostar de alguém de verdade, com vontade de durar para sempre. Não consigo sonhar nem imaginar filmes cor-de-rosa, em que eu posso ser a princesa mais feliz de todas. Levaste-me a melhor parte de agarrar a vida, ou pelo menos, pelo que me lembro, o que eu sempre achei ser o melhor.
Agora que voltaste, que entrámos outra vez na vida um do outro, agora que me deixaste sem saber como lidar connosco, sem desfazer nada do presente nem do passado, espero que haja um melhor futuro. Pelo menos, que a felicidade do presente nunca se arruíne desnecessariamente por monstros que não têm sentido.
Tinha saudades a sério...

27 March 2011

Acho que se todos os fim-de-semanas fizéssemos coisas destas meus amigos, não éramos infelizes nunca mais! Vocês são o melhor, para todos os momentos. Ly all*

25 March 2011


Acho sinceramente, que nenhum tempo do mundo nos apagaria alguma vez. Mesmo que as lembranças sejam 90% feitas do pensamento, sei que não há nenhum maior capaz de as levar. Todas as lágrimas que por vezes me escorrem, já escorreram, eu senti-as com o maior aperto no peito, porque nada nem ninguém algum dia provocou em mim o mesmo que tu. Tudo que havia para nos cruzar o caminho, de certa forma, acredito que já passou tudo. A despedida, o reencontro, o descobrir, o desejo, a saudade, a paixão, até a raiva. Agora, hoje, consegui lembrar como o passado foi aconchegante, como o passado antes da tempestade era bom, perfeito até diria! Ainda assim, mesmo quando não te queria largar a mão, quando não queria perder o toque, quando queria os teus lábios perto dos meus, eu não te sei dizer para não ires mais. Para ficares comigo. Não sei, e acho que não consigo.
As promessas para a nossa vida, não sei onde estão, onde ficaram. Que existiram, que foram sentidas e sinceras, que nos fizeram acreditar. Sim… E fomos felizes por elas, com elas, por nós os dois juntos. Por um amor que não tinha validade, que era da vida, como da morte. E sei que nunca deixámos de acreditar, de modos diferentes, em tempos trocados, mas algures, o teu sentimento por mim foi tão verdadeiro como o meu por ti. E isso, nunca esqueço.

Queres-lhe dar um nome?

24 March 2011


Tinha saudades, imensas, de tardes destas. Quentes, longas, sossegadas, sem preocupações! O dia foi longo, a companhia sempre do melhor. Agora, agora mesmo, preciso apenas de uma grande noite de sono, de descansar sobre este infinito turbilhão. Apesar de tudo, apesar da vida, há coisas que nunca trocava, que voltava todos os dias para relembrar como foi real e verdadeiro. Como foi feliz. Mas, independentemente, o capítulo fechou, o livro viu-se terminado. E, mesmo a sério, as mesmas linhas nunca vão voltar a ser escritas.

18 March 2011


O sol está imponente, e não há nada melhor que passear pela rua, pela bela cidade que temos para se aproveitar muito. Já tinha saudades de um belo fim-de-semana, que me sentisse renovada de energias e pronta para as mil coisas que hão-de vir. Hoje, é dia da N, já fazia falta. E parece-me que a bela paisagem da ribeira vai ser a nossa adepta preferida para hoje!
Have fun!!

15 March 2011


Deixa-te ir, ser livre. O caminho lá em cima é maravilhoso, por vezes se fechares os olhos já com a noite caída juro que consegues tocar no céu estrelado que está lá só para ti. Deixa-te estar sozinha, ou aliás, deixa-te ser. Só tu. Porque o que realmente vale a pena procura-te, encontra-te quando tu precisas, quando realmente precisas, e faz-te sentir uma mulher de verdade, independente e feliz por ti mesma. E isto, juro-te, é o melhor caminho para seres inteira!

14 March 2011

Acreditando ou não, ficámos assim. Seguimos pela frente um do outro, por caminhos cruzados mas que acabam separados. E assim fomos, com a ausência de sorrisos e palavras carinhosas, mas fomos.
E agora, depois da "derrota", da "chapada de luva branca" da vida, é mais uma vez erguer a cabeça como ganhei hábito nos últimos meses. É tornar-me feliz por mim mesma, mostrar-me orgulhosa e ambiciosa pelas conquistas, passadas e futuras. Agora é olhar pelas boas coisas, pelo que realmente pode ter sentido, não só hoje e amanhã, mas a longo prazo, porque é exactamente para aí que caminhamos.
E, mais uma vez, obrigada por quem me esticou a mão, por quem não me largou na hora, por quem me fez cumprir promessas. Por quem me faz feliz todos os dias.

10 March 2011


Sweet, sweetest nineteen!! *

07 March 2011


Prometeste-te a não sofrer mais, nem com ele nem com mais nenhum. Juraste que não deitavas mais lágrimas, não te deixavas levar mais para onde não sabes sair por vontade própria. Disseste-me, com toda a certeza do mundo, que nem mais te passava pela cabeça voltar a acreditar tanto em alguém. Eu apoiei-te, porque tive quase tanta certeza como tu que era essa a opção mais correcta, a mais positiva de todas, e a que tinhas menos a perder e mais a ganhar. Entraste no novo capítulo. Aliás, falando metaforicamente correcto, estavas num novo livro. E eu juro chegar a ver-te, algures, realmente feliz assim... Mas um dia, como todos esses dias costumam chegar, trazias mais qualquer coisa contigo, não era? Eu bem te queria segurar, fazer-te escolher entre a razão e o coração, mas de alguma forma isso acaba por levar sempre a melhor. E eu deixei-te ir.
Agora, a única coisa que tenho para te dizer, é sê forte. Deixa-te ser a mulher que és. Não te deixes levar pelos medos habituais, faz-te dona da tua "realidade", e não te deixes desacreditar de todos os teus novos sonhos, se de algum forma eles existem, é porque realmente alguém te deu a existência deles.

06 March 2011


Fico ansiosamente a contar os dias, por uma nova etapa, por mais uma conquista, que certamente superará em tudo, o passado.
Feliz Domingo, eu volto*

02 March 2011



Este feliz mês de Março é recheado, completíssimo com 31 dias, de que faz parte um grande dia que já está em contagem decrescente! Bem, mas hoje em especial, venho dedicar-me à minha querida revista mensal, que comemorou ontem, dia 1, o seu quinto aniversário, e que me acompanha todos os momentos desde Agosto.
Hoje, quando a abri e li o editorial juro que tive de juntar todas as minhas forças para conter as lágrimas, para não as deixar deslizar pela cara abaixo. Recomendo a todas as mulheres que este mês não se esqueçam de o ler, porque foi simplesmente fascinante. Além das palavras da directora, que são um testemunho que realmente deixa-nos a pensar na vida, ela traz-nos um brilhante Shakespeare, no seu melhor.
Sinceramente, sinto que a minha vida tem muitos bons motivos inspiradores para correr e seguir o seu rumo o melhor possível daqui para a frente. Obrigada!


Depois de algum tempo aprendemos a diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. Aprendemos que amar não significa apoiar-nos e que companhia nem sempre significa segurança. Aprendemos que beijos não são contratos e presentes, não são promessas. E começamos a aceitar as derrotas com a cabeça erguida.
Aprendemos a construir a nossa estrada no hoje, porque o amanhã é incerto... Depois de algum tempo aprendemos que o sol queima se ficarmos expostos por muito tempo. E aprendemos que não importa o quanto nós nos importamos, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceitamos que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir-nos de vez em quando e precisamos perdoá-la por isso.
Aprendemos que falar pode aliviar as nossas dores emocionais. Descobrimos que levamos anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que podemos fazer coisas num instante, das quais nos podemos arrepender o resto da vida.
Aprendemos que as verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que temos na vida, mas quem temos na vida. E que os amigos são a família que nos permitiram escolher. Percebemos que as pessoas que mais amamos na vida são levadas de nós muito depressa, por isso devemos deixá-las sempre com palavras de afecto, porque pode ser a última vez que as vemos.
Descobrimos que levamos muito tempo para nos tornarmos na pessoa que queremos ser, mas que o tempo é curto. Aprendemos que não importa onde já chegamos, mas para onde vamos, e se soubermos isso, qualquer lugar serve. Aprendemos que, ou controlamos as nossas acções ou elas acabam a controlar-nos. E que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, porque em todas as situações existem sempre dois lados.
Aprendemos que paciência requer muita prática. Descobrimos que algumas vezes as pessoas de que menos esperamos são aquelas que nos estendem a mão e ajudam a levantar quando caímos.
Descobrimos que só porque alguém não nos ama da forma que nós gostaríamos, isso não significa que esse alguém não nos ame com tudo o que pode. Aprendemos que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes temos que perdoar-nos a nós próprios. Aprendemos que não importa em quantos pedaços o nosso coração foi partido, o mundo não pára para que o possamos consertar. Aprendemos que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Aprendemos que somos realmente fortes. E que a vida tem muito valor e que nós temos muito valor perante a vida!




"Remembering that I'll be dead soon is the most important thing I've ever encountered to help me make the big choices in life, because almost everything--all external expectations, all pride, all fear of embarrassment or failure--these things just fall away in the face of death, leaving only what is truly important. Remembering that you are going to die is the best way I know to avoid the trap of thinking you have something to lose. You are already naked. There is no reason not to follow your heart."
(...)
"No one wants to die, even people who want to go to Heaven don't want to die to get there, and yet, death is the destination we all share. No one has ever escaped it. And that is as it should be, because death is very likely the single best invention of life. It's life's change agent; it clears out the old to make way for the new. right now, the new is you. But someday, not too long from now, you will gradually become the old and be cleared away. Sorry to be so dramatic, but it's quite true. Your time is limited, so don't waste it living someone else's life. Don't be trapped by dogma, which is living with the results of other people's thinking. Don't let the noise of others' opinions drown out your own inner voice, heart and intuition. They somehow already know what you truly want to become. Everything else is secondary."
(...)
"On the back cover of their final issue was a photograph of an early morning country road, the kind you might find yourself hitchhiking on if you were so adventurous. Beneath were the words, "Stay hungry, stay foolish." It was their farewell message as they signed off. "Stay hungry, stay foolish." And I have always wished that for myself, and now, as you graduate to begin anew, I wish that for you. Stay hungry, stay foolish."


E isto é ao que eu chamo de momento mais inspirador da minha vida, que me acompanhará em todos os dias, nos piores e nos melhores, porque de certa forma eu senti-me uma contemplada por este maravilhoso discurso! Obrigada Steve Jobs, e boa sorte, porque o que quer que seja que venha, certamente leva algo melhor e deixou algo grandioso*

28 February 2011

Para mim a melhor presença de todas! Simply gorgeous!*

Gwyneth Paltrow


Cinematography

“Inception” Wally Pfister



Actress in a Leading Role

Natalie Portman in “Black Swan”


Actor in a Leading Role

Colin Firth in “The King's Speech”






Por hoje, fico-me deliciada pelos Óscares, pelas roupas na passadeira vermelha e pelos óptimos momentos que surgem com os nomeados. Só vejo as horas a passarem e eu sem sono, e sem a mínima vontade de amanhã me levantar para chegar à faculdade. Este fim-de-semana sinto-me como tivesse durado só um dia e preciso de um sério descanso... Uma boa noite.